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Existe um Olhar

Não te preocupes com os que não te conhecem, mas esforça-te por seres digno de ser conhecido. (Confúcio)

Existe um Olhar

Não te preocupes com os que não te conhecem, mas esforça-te por seres digno de ser conhecido. (Confúcio)

A lenda da tomada do castelo de Óbidos aos mouros

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 Foto minha

No seguimento dos desafios sobre lendas em que já participaram a Catarina mentora desta iniciativa e em que já participaram a Luisa, Papoila, Afrodite e Janita, também eu deixo a conquista de Óbidos pelos portugueses.

Decorria o ano da graça do Senhor de 1147 quando tropas comandadas por Gonçalo Mendes da Maia cercaram Óbidos.

No castelo vivia um alcaide mouro e sua filha.

Estava a ser complicado subir pela encosta íngreme, até que alguém se lembrou de se disfarçarem com ramos de árvores e pela calada da noite foram subindo.
Como estava uma noite agradável a princesa resolveu vir à janela e começou a gritar:
- Paizinho, paizinho, as árvores estão a andar!
- Disparate, minha filha, deve ser o vento, vá, vai dormir.

Passado um bocado ouve-se um grande estrondo, eram os portugueses que tentavam rebentar a porta.

O Alcaide apavorado ao ver as tropas portuguesas a entrar começou a gritar:

-Traição! Traição! Pensava ele que tinha sido traído por um dos dele, tal a dificuldade em atingir aquela porta que ainda hoje é conhecida por " Porta da Traição"
E assim Óbidos, segundo reza a lenda, foi conquistada a 11 de Janeiro de 1148.

Ps. Caros amigos e comentadores

Por motivos que me transcendem durante uns dias estarei ausente da blogosfera, espero retribuir logo que me seja possível visitar e comentar os vossos blogues. Até breve!

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A lei do retorno

 

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Pode demorar, mas sempre receberemos na medida exata do que oferecemos. A ser verdade, tenho recebido tanta bofetada e sinceramente, não me lembro de as ter oferecido em tão grande quantidade. Há algo que não bate certo , ou então estou completamente desmemoriada, será que o "alemão" está a atacar-me?

 

 

 

 

 

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Pedaços de mim...

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...que me entretenho a arrumar e desarrumar, para que seja infinito o tempo de estar.

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Um pedaço do meu céu

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As nuvens são sombrias
Mas, nos lados do sul,
Um bocado do céu
É tristemente azul.
Assim, no pensamento,
Sem haver solução,
Há um bocado que lembra
Que existe o coração.
E esse bocado é que é
A verdade que está
A ser beleza eterna
Para além do que há.
Fernando Pessoa

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Abandonadas no solo

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Abandonadas ao solo
largadas
Pelo vento levadas
De um lado para outro
Violentadas
Pela chuva da madrugada
Desprezadas pelo tempo
Pisoteadas pelos animais
Que passam em manadas
Estas
Alimentam a terra!
Ludiro

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Achei uma rosa

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Os homens cultivam cinco mil rosas num mesmo jardim e não encontram o que procuram. E, no entanto, o que eles buscam poderia ser achado numa só rosa.

Antoine de Saint-Exupéry

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Ouvi-o cantar

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 Embalou-me e adormeci nas suas margens aconchegada na folhagem que lhe servia de moldura.

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No Palácio do Monteiro- Mor

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 O Palácio do Monteiro-Mor é um palácio localizado na Quinta do Monteiro- Mor,, na freguesia do Lumiar, em Lisboa, Nele funciona actualmente o Museu Nacional do Traje e o Museu Nacional do Teatro. O palácio é rodeado por um jardim botânico, com onze hectares de área.

Um espaço que adorei conhecer, o jardim é lindíssimo e vale a pena uma visita.
Espalhados pelo espaço encontrei estes bonecos que achei interessantes pelas expressões e pelo colorido.

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Degrau a degrau

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 Entre quedas e tropeços, subidas e descidas, momentos bons e ruins, cheguei até aqui. Vivi histórias que não pertencem a ninguém mais. Há que olhar apenas o bastante para me lembrar das lições aprendidas e que elas me sirvam no presente. Não lamento o que ficou, o que fiz ou deixei de fazer. O que é importante é o que o meu coração carrega .

 

 

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E tudo flui

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 "Aceite-se! O resto flui como bolha de sabão"

António Ramos da Silva

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