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Existe um Olhar

Não te preocupes com os que não te conhecem, mas esforça-te por seres digno de ser conhecido. (Confúcio)

Existe um Olhar

Não te preocupes com os que não te conhecem, mas esforça-te por seres digno de ser conhecido. (Confúcio)

A primeira caminhada

“Quero uma primeira vez outra vez. Um primeiro beijo, uma primeira caminhada por uma nova cidade, uma primeira estreia em algo que nunca fiz, quero seguir desfazendo as virgindades que ainda carrego, quero ter sensações inéditas até o fim dos meu dias.”

Martha Medeiros

 

 

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Depois do banho...voltou!

 A minha melhor máquina, resolveu ir a banhos antes do início da época balnear.

Estava à beira mar, enquanto fotografava com outra e deixei esta em cima do tripé.

Talvez uma brisa suave ou uma ondinha traiçoeira atirou-a à água.

Como devem calcular fiquei arrasada.

Máquina e objectiva foram de imediato para a oficina, felizmente ficaram bem de saúde, sem contudo ter de gastar uma pipa de massa.

E ei-la que chega prontinha para novos disparos.

 

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Parei no bem -me -quer

 

“A vida, esta vida que inapelavelmente, pétala a pétala,
vai desfolhando o tempo, parece, nestes meus dias,
ter parado no bem-me-quer …”

José Saramago

 

 

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No Porto

 

O Porto é uma cidade que carrega muitas memórias, onde um dia fui feliz, onde estudei e aprendi a amar.

Há alguns meses revisitei alguns lugares, não todos os que queria, mas prometo voltar.

Só hoje coloquei duas das fotos porque há dias vi no Pontos de Vista um texto belíssimo que diz tudo o que eu não consigo transmitir.

 

"Ver o Porto é evocar certa forma de cidade escondida que conservamos dentro de nós, densa, impenetrável, como a neblina envolvendo as manhãs e fundindo o rio com os cais e os barcos. Ilusão de sombras irreais. Transparências. Crepúsculos caindo, suaves, recortando a leveza das pontes, a elegância das torres, os contornos do casario.
Ver o Porto é evocar a suave melancolia dos jardins da cidade – sobretudo no Outono – quando o ambiente se converte em nostalgia.
Ver o Porto é reconhecer a diversidade das suas freguesias, do interior das margens do Douro, em Campanhã, à costa Atlântica, na Foz e em Nevogilde. É a descoberta dos segredos de uma cidade impregnada de espontânea e assumida identidade. "

Texto «Porto – Poesia da Cidade» de Helder Pacheco.

 

 

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Sombras imperfeitas

Vivemos no mundo do irreal onde tudo o que vemos é somente uma sombra imperfeita de uma realidade mais perfeita

Platão

 

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O abutre

O abutre-fouveiro (Gyps fulvus), também conhecido pelo nome de grifo, é um abutre que pode ser observado nas montanhas do sul da Europa do sudoeste asiático e da África . Tais abutres chegam a medir até 1 metro de comprimento e 2,7 metros de envergadura, e pesam de 6 a 12 kg.

Alimenta-se quase exclusivamente de carne morta, passando longo tempo a pairar alto no céu à procura de cadáveres, voando em círculos. Em voo tem uma silhueta típica, enormes asas, muito maiores que o corpo, cauda curta e arredondada, completamente aberta, e pescoço encolhido. É normalmente gregário e estabelece colónias  até 200 casais. Registaram-se casos raros de grifos atacarem presas vivas, especialmente animais jovens, fracos ou doentes.

Uma frase que gostei para ilustrar esta foto:

 

" É melhor cairmos nas garras dos abutres do que nas dos lisonjeadores: no primeiro caso seremos devorados já mortos; no se­gundo, ainda vivos. "

(desconheço o autor) 

 

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Passaste sem olhar

 

Passamos pelas coisas sem as ver.

gastos, como animais envelhecidos

se alguém chama por nós nem respondemos,

se alguém nos pede amor não estremecemos,

como frutos de sombra sem sabor,

vamos caindo ao chão apodrecidos.

      (Eugénio de Andrade)

 

 

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Ainda não há andorinhas nos beirais

Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.

Carlos Drummond de Andrade

 

 

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No cimo de Table Mountain

 

 Quando coloquei aqui o teleférico que  me levou a Table Moutain o Questiuncas num comentário perguntou se não havia registo do que se avistava lá de cima. Na altura, por questões técnicas, não pude logo colocá-las.

A vista era fabulosa, embora a máquina que levei não faça jus à beleza da panorâmica da cidade do Cabo.

De vez em quando apareciam umas companhias mais felpudas do tamanho de coelhos, de nome rato dassie (Petromus typicus) é um africano roedor encontrado entre afloramentos rochosos. É o único membro vivo de seu gênero.

 

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Hora da sesta

Talvez sem eira nem beira, talvez desprezado, sem abrigo ou apenas uma pausa na vida dura do dia a dia.

Por vezes é bom descansar os pés e arejar os sapatos ou talvez o sentimento seja como diz Clarice Lispector:

 

 “Mas o pior é o súbito cansaço de tudo. Parece uma fartura, parece que já se teve tudo e que não se quer mais nada.”

 

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