Domingo, 28 de Dezembro de 2014

No aconchego do meu canto

 Todos partiram, apagaram-se as luzes. Um silêncio desejado envolveu-me.

A lareira crepita, fixo o meu olhar nas chamas que iluminam a sala, o meu olhar perde-se no meio delas, voo para longe...sonho, embalo os meus pensamentos que se embrulham e desalinham e voam para um mundo que quero só para mim, que eu invento, reinvento e me transportam para longe da realidade. Deixo de ser eu, sou por breves instantes o que quero ser quando um dia as chamas se apagarem e voltar a acordar para uma realidade onde quero ver iluminados momentos onde os sorrisos prevaleçam.

 

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publicado por Existe um Olhar às 16:59
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18 comentários:
De Jorge Costa Reis a 28 de Dezembro de 2014 às 17:59
Uma belíssima fotografia com um texto bem expressivo e muito belo. Parabéns minha Amiga.


De Existe um Olhar a 28 de Dezembro de 2014 às 18:09
Muito obrigada meu amigo pelas suas simpáticas palavras.

Beijos Jorge


De cristina ferreira a 28 de Dezembro de 2014 às 18:27
Que bem que se está ai.
Com o frio que está lá fora, não tem lugar melhor.


De Existe um Olhar a 28 de Dezembro de 2014 às 18:39
Agora o lugar ficou mais quentinho com a tua visita, é bom receber e partilhar.
Muito obrigada.

Beijos Cristina


De miilay a 28 de Dezembro de 2014 às 18:30
Manu, que BELEZA! A foto aquece-nos e as palavras são igualmente quentinhas. Belíssimo. Hoje estás realmente introspectiva.
Um abraço quentinho
miilay


De Existe um Olhar a 28 de Dezembro de 2014 às 18:55
Este tempo frio convida a ficar mais introspectiva e junto da minha lareira, uma companhia que não dispenso.

Beijos amiga


De Paulo César Silva a 28 de Dezembro de 2014 às 21:08
ao ver primeiro está foto, além de "sentir" o calor neste tempo frio, trás recordações de várias pessoas queridas a volta da fogueira, da alegria, das conversas... o teu texto deu-lhe um sentido diferente! mas gostei muito! excelente!


De Existe um Olhar a 28 de Dezembro de 2014 às 21:42
Fico contente em saber que esta foto te transmite calor e algumas recordações, boas ou não, concerteza são momentos que recordas com carinho.
Eu também já tive alturas na vida em que a lareira estava rodeada de pessoas que amava, hoje estou só, mas nem por isso menos feliz.
Aqui no blog tenho uma forma diferente e reconfortante de ter amigos à volta da minha fogueira.
Obrigada pelas palavras.

Beijos Paulo


De jabeiteslp a 29 de Dezembro de 2014 às 09:10
E sorrir faz bem...à nostalgia do frio

Bela e feliz semana
e um xoxo de aqui dos calhaus do Sul



De Existe um Olhar a 29 de Dezembro de 2014 às 16:01
E eu adoro sorrir, mesmo que esteja triste por dentro, daí que te envie o meu melhor sorriso

Uma óptima semana para ti também.

Beijos João


De Remus a 29 de Dezembro de 2014 às 11:11
Não sei se foi aqui, ou se foi noutro blogue, mas sei que já confessei que adoro ver lareiras a arder.
Ainda neste dia de Natal deliciei-me, enquanto esperava pelo almoço e estava no meu turno de vigiar a lareira, a olhar para ela a arder e a pensar na vida. Já começa a ser uma das minhas tradições de Natal.
Acho que nisto, temos os dois o mesmo gosto.


De Existe um Olhar a 29 de Dezembro de 2014 às 16:12
Eu sempre adorei lareiras, desde miúda até agora. Em casa da minha avó havia daquelas abertas em que metíamos banquinhos de lado e eu ficava quietinha a olhar, hoje continuo assim. O fogo da lareira exerce um fascínio especial em mim.
Pelos vistos temos uma ou mais que uma coisa em comum, só tenho pena de não ter o seu sentido de humor, ou talvez até tenha, mas está ainda escondido

Beijos Remus


De Ana Freire a 29 de Dezembro de 2014 às 19:39
Ora um cantinho assim, vinha mesmo a calhar para curar a minha grande constipação...
Mas o meu aconchegante apartamento, não tem lareira... mas, às vezes, até dá para ver o circo pegar fogo... quando os vizinhos, do prédio se desentendem... Também é giro!...
Aconchego e harmonia em imagens e palavras, Manu!
Fantástico post!
Peço mil desculpas pela minha menor assiduidade por aqui... mas desde que arranjei os trezentos e tal amiguitos no Google+, o meu tempo também tem que ser um pouco distribuído por eles... e torna-se difícil visitar atempadamente todos os posts.
Beijos
Ana


De Existe um Olhar a 29 de Dezembro de 2014 às 20:05
Que bom ver-te por aqui. Espero que essa constipação passe depressa para puderes ir abanar o capacete ou quem sabe partilhares bons momentos na companhia de que mais amas.
Eu não sei o que seria de mim sem lareira, mesmo com aquecimento não a dispenso nestes dias de inverno, é uma bela companhia é que nem dá para ouvir a balbúrdia que por vezes se instala na vizinhança, só tenho que levar com musiquinha logo de manhã bem cedo de um ginásio que tenho debaixo do meu caixote :P, mas é suportável.
Já percebi que tens muito para comentar e faze-lo sempre muito bem, por isso entendo que não dá para tudo, mas é um prazer receber-te junta deste fogo aconchegante.

Rápidas melhoras
Beijos para ti Ana


De Miguel Alexandre Pereira a 29 de Dezembro de 2014 às 21:15
Com este frio, só apetece mesmo estar ao pé da lareira. Grande foto, adoro! Um texto fantástico :)

http://ummarderecordacoes.blogs.sapo.pt/


De Elisa Fardilha a 30 de Dezembro de 2014 às 12:54
Tenho pena de não ter uma lareira.

A foto está divinal. Senti o crepitar do lume nas achas.

Magnífico texto/poético.

Parabéns.

Beijinhos.


De Questiuncas a 30 de Dezembro de 2014 às 14:16
Mal vejo uma lareira com a lenha a arder, penso logo na brasas.
Nas brasas para por as febras a grelhar, o salpicão a grelhar, é melhor ficar por aqui senão ainda me começo a babar.
Um excelente 2015.


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