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Existe um Olhar

Não te preocupes com os que não te conhecem, mas esforça-te por seres digno de ser conhecido. (Confúcio)

Existe um Olhar

Não te preocupes com os que não te conhecem, mas esforça-te por seres digno de ser conhecido. (Confúcio)

Pedaços de mim...

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...que me entretenho a arrumar e desarrumar, para que seja infinito o tempo de estar.

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No Palácio do Monteiro- Mor

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 O Palácio do Monteiro-Mor é um palácio localizado na Quinta do Monteiro- Mor,, na freguesia do Lumiar, em Lisboa, Nele funciona actualmente o Museu Nacional do Traje e o Museu Nacional do Teatro. O palácio é rodeado por um jardim botânico, com onze hectares de área.

Um espaço que adorei conhecer, o jardim é lindíssimo e vale a pena uma visita.
Espalhados pelo espaço encontrei estes bonecos que achei interessantes pelas expressões e pelo colorido.

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Lisboa vista do alto

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Muita cor, muito movimento, é bom contemplar e visitar, mas só de vez em quando, para mim é muita confusão, prefiro a paz do meu canto.

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Pelo Tejo vai-se para o mundo

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 O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia, 
Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia 
Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia. 
O Tejo tem grandes navios 
E navega nele ainda, 
Para aqueles que vêem em tudo o que lá não está, 
A memória das naus. 
O Tejo desce de Espanha 
E o Tejo entra no mar em Portugal. 
Toda a gente sabe isso. 
Mas poucos sabem qual é o rio da minha aldeia 
E para onde ele vai 
E donde ele vem. 
E por isso porque pertence a menos gente, 
É mais livre e maior o rio da minha aldeia. 
Pelo Tejo vai-se para o Mundo. 
Para além do Tejo há a América 
E a fortuna daqueles que a encontram. 
Ninguém nunca pensou no que há para além 
Do rio da minha aldeia. 
O rio da minha aldeia não faz pensar em nada. 
Quem está ao pé dele está só ao pé dele. 

Alberto Caeiro, in "O Guardador de Rebanhos - Poema XX" 
Heterónimo de Fernando Pessoa 

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Fui espreitar Lisboa

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É sempre um prazer visitar a nossa capital, tem sempre recantos que desconheço e tenho pena de não ir lá mais vezes.
E ao contemplá-la começo sempre a trautear aquela canção que diz que ela é menina e moça.

 

 

 

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Em Lisboa

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Alguém diz com lentidão:

"Lisboa sabes..."
é uma rapariga

descalça e leve
um vento súbito e claro

nos cabelos

algumas rugas finas
a espreitar-lhes nos olhos

a solidão aberta

nos lábios e nos dedos

descendo degraus

e degraus e degraus até ao rio. Eu sei. E tu sabias?

Eugénio de Andrade

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A tela

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Não sei quem foi o pintor que se lembrou de pintar Lisboa de todas as cores.

"Na realidade trabalha-se com poucas cores. O que dá a ilusão do seu número é serem postas no seu justo lugar."

Picasso

 

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Sair e arejar

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De vez em quando é preciso sair da nossa zona de conforto, ver outras pessoas, outras paisagens e descobrir que há outros mundos para além das quatro paredes.

 

"A sabedoria não nos é dada. É preciso descobri-la por nós mesmos, depois de uma viagem que ninguém nos pode poupar ou fazer por nós."

 Marcel Proust

 

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Esta nossa Lisboa

Esta nossa Lisboa

Formoso Tejo meu, quão diferente
Te vejo e vi, me vês agora e viste:
Turvo te vejo a ti, tu a mim triste,
Claro te vi eu já, tu a mim contente.

A ti foi-te trocando a grossa enchente
A quem teu largo campo não resiste;
A mim trocou-me a vista em que consiste
O meu viver contente ou descontente!

Já que somos no mal participantes,
Sejamo-lo no bem. Oh, quem me dera
Que fôramos em tudo semelhantes!

Mas lá virá a fresca Primavera:
Tu tornarás a ser quem eras dantes,
Eu não sei se serei quem dantes era.

Francisco Rodrigues Lobo (1580 -1622)

 

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O Adamastor no Miradouro de Santa Catarina

 A estátua ocupa o lugar central e também dá nome ao Miradouro de Santa Catarina em Lisboa, preferido pela juventude aos fins de tarde. Este homem imponente e assustador, representa as enormes dificuldades que os portugueses tiveram em passar o Cabo da Boa Esperança, na época dos Descobrimentos. A escultura tem autoria de Júlio Vaz Júnior e foi inaugurada a 10 de Junho de 1927.

 

 

 

 

 

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