Quinta-feira, 20 de Abril de 2017

Meditar

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Meditar é limpar a mente e há muitas formas de o fazer, não vou enumerá-las todas.

Contar bagos de milho ou de arroz é hábito em países budistas.

Lembro-me que em casa da minha avó se punha o feijão em cima de uma mesa para o limpar antes de colocar de molho, mal eu imaginava que estava a meditar

 

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publicado por Existe um Olhar às 13:05
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Domingo, 27 de Novembro de 2016

Bandeiras budistas

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O costume vem do Tibete e remonta ao século XI. Foi o grande mestre indiano Atisha (982-1054) que ensinou aos seus discípulos como imprimir orações e mantras sobre pedaços de tecido.

Estas bandeiras, fixadas a um mastro ou a um bambu, ou cosidas a cordas esticadas entre dois pontos, ondulavam livremente ao vento. Esta tradição acabou por ser muito difundida no seio do Budismo tibetano. À volta dos mosteiros, nos locais sagrados, presas aos galhos das árvores. No Nepal é vista ao  redor da grande Stupa em Boudhnath e mesmo junto às habitações, vemos por toda a parte. Desfraldadas ao vento, a sua presença sonora acompanha a cadência das orações.

 Significado das cores:


Azul- acolhimento

Amarelo- generosidade

Vermelha- investigação

Verde- causa/efeito

Branca- transformação

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publicado por Existe um Olhar às 13:21
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Sexta-feira, 30 de Setembro de 2016

Estou muito fashion, não estou?

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O mastim tibetano em chinês também conhecido como mastiff tibetano, é uma raça muito antiga e primitiva, que tem origem nos povos nômades do Tibete, Índia, China e Nepal. É também uma das raças mais próximas do extinto cão Molossus romano, que deu origem a todos os cães do tipo molosso do mundo.

Considerada praticamente extinta, a raça foi resgatada no fim da década de 1800, pelos britânicos.

Esta raça gigante foi difundida pela Ásia e pelo continente europeu, e passou a participar de exposições de beleza pela Europa e América do Norte. Após mais de um século de cruzamentos seletivos, tornou-se um bom cão de companhia e guarda.

O mastiff tibetano foi e ainda é utilizado como um guardião de rebanhos, aldeias, mosteiros e palácios. É também amplamente utilizado por tribos locais de Himachal Pradesh, no extremo norte da Índia, para proteger ovelhas do ataque de leopardo das neves.

Muito popular na China, este cão é tido como o maior símbolo de prestígio.

Ps. Os donos só os deixavam fotografar a troco de umas moedas

 

 

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publicado por Existe um Olhar às 19:46
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