As cores do tempo
“Há uma cor que não vem nos dicionários. É essa indefinível cor que têm todos os retratos, os figurinos da última estação.. - a cor do tempo.”
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“Há uma cor que não vem nos dicionários. É essa indefinível cor que têm todos os retratos, os figurinos da última estação.. - a cor do tempo.”
Nunca o homem inventará nada mais simples nem mais belo do que uma manifestação da natureza. Dada a causa, a natureza produz o efeito no modo mais breve em que pode ser produzido.
Leonardo da Vinci
A natureza equilibra , harmoniza, dá mais vida e cor quando o betão é exposto de maneira desenfreada pelo homem.
Juntam-se um grupo de amigos, comemora-se um aniversário, há comes e bebes e um dia de sol.
E neste ambiente há sempre quem saiba tocar e cantar, desta vez houve viola e saxofone e claro um momento de jazz
Ps. Foto gentilmente autorizada por um dos músicos para postagem aqui
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O rio Távora é um afluente do rio Douro na margem esquerda deste e tendo como principais afluentes as ribeiras de Gradiz, Rio de Mel, Açores e da Lezíria.
Nasce nas proximidades de Trancoso passa por Sernancelhe, Riodades, Granjinha, Távora e vai desaguar próximo de Tabuaço depois de ter percorrido cerca de 47 quilómetros.
Dispõe de uma importante albufeira, criada pela Barragem de Vilar localizada entre as freguesias de Vilar (Moimenta da Beira) e Fonte Arcada (Sernancelhe). Esta albufeira ajuda a normalizar os fluxos hidrográficos do Douro, serve para a produção de energia eléctrica e é também recentemente utilizada para captação de água para abastecimento público.