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Existe um Olhar

Não te preocupes com os que não te conhecem, mas esforça-te por seres digno de ser conhecido. (Confúcio)

Existe um Olhar

Não te preocupes com os que não te conhecem, mas esforça-te por seres digno de ser conhecido. (Confúcio)


Existe um Olhar

11.08.17

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 Ter fé não se explica, ou se tem ou não.

Ter um sonho não basta, é preciso acreditar que o podemos alcançar e transformar essa fé no motor que nos levará até ele.

A janela indiscreta


Existe um Olhar

09.08.17

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 O que se vê depende sobretudo da forma como olhamos para elas.

Pedalando com Joaquim Agostinho


Existe um Olhar

07.08.17

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 Joaquim Agostinho nasceu em Torres Vedras a 7 de Abril de 1943 e faleceu a 10 de Maio depois de dez dias em coma em consequência de uma queda sofrida numa etapa na X etapa da volta ao Algarve 
Já tinha fotografada a estátua dele no centro da cidade e de volta a Torres recentemente vi uma série de placas como as da foto mesmo na entrada da cidade.

Joaquim Agostinho começou a praticar ciclismo no Sporting Clube de Portugal, equipa que o descobriu ao treinar perto de Casalinhos de Alfaiate em Torres Vedras, começando a praticar já com 25 anos de idade. Ainda assim, conseguiu evoluir de tal forma que é usualmente referido como o melhor ciclista português de todos os tempos.

A sua carreira internacional começou em 1968, depois de ter sido observado pelo director desportivo francês Jean de Gribaldy. Obteve resultados de destaque na Volta à Espanha, vários dias de amarelo e um segundo lugar final, distando apenas 11 segundos da vitória, e na Volta a França onde terminou duas vezes no pódio e venceu a mítica etapa do Alpe d`Alpe d`Huez.

O seu modo de pedalar era peculiar: por ter aprendido tardiamente (por volta dos 23 anos), e logo em seguida começar treinos mais pesados, sofria constantes quedas. Era bastante desengonçado, o que lhe rendeu o apelido de "Quim Cambalhotas".

 

 

 

Madressilva


Existe um Olhar

05.08.17

 

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 A madressilva é um arbusto que pertence à familia das plantas Caprifoliáceas. Esta planta tem a sua origem nas terras do continente europeu, na zona meridional.

O signíficado desta trepadeira relaciona-se diretamente com a fraternidade. É especialmente usada para expressar o amor sobretudo em laços de amizade ou de família.

 

 

Pelo Tejo vai-se para o mundo


Existe um Olhar

04.08.17

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 O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia, 
Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia 
Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia. 
O Tejo tem grandes navios 
E navega nele ainda, 
Para aqueles que vêem em tudo o que lá não está, 
A memória das naus. 
O Tejo desce de Espanha 
E o Tejo entra no mar em Portugal. 
Toda a gente sabe isso. 
Mas poucos sabem qual é o rio da minha aldeia 
E para onde ele vai 
E donde ele vem. 
E por isso porque pertence a menos gente, 
É mais livre e maior o rio da minha aldeia. 
Pelo Tejo vai-se para o Mundo. 
Para além do Tejo há a América 
E a fortuna daqueles que a encontram. 
Ninguém nunca pensou no que há para além 
Do rio da minha aldeia. 
O rio da minha aldeia não faz pensar em nada. 
Quem está ao pé dele está só ao pé dele. 

Alberto Caeiro, in "O Guardador de Rebanhos - Poema XX" 
Heterónimo de Fernando Pessoa 

O mês de Agosto está aí


Existe um Olhar

01.08.17

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Armam-se as barracas, tudo corre para a praia, é a confusão que se instala.
Não gosto deste mês, as pessoas mudam, transformam-se, deixam de ser elas, parece que o sol lhes torra os miolos, gritam com as crianças, ficam mais exigentes nos bares e restaurantes, os preços aumentam, esticam-se na toalha para conseguir um bronzeado que dure até ao inverno seguinte e alguns ficam vermelhos, mais parecem fritos, sem tomarem as devidas precauções contra os efeitos maléficos da demasiada exposição solar.

Nada fica igual até ao mês de Setembro. Fujo destas confusões e  até lá, vou esperar que tudo acalme.

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