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Existe um Olhar

Não te preocupes com os que não te conhecem, mas esforça-te por seres digno de ser conhecido. (Confúcio)

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Não te preocupes com os que não te conhecem, mas esforça-te por seres digno de ser conhecido. (Confúcio)

Kutubiya em Marrakech


Existe um Olhar

26.09.19

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Do terraço onde estava alojada, tirei esta foto que mostra a famosa mesquita, com o nome de  Kutubiya, uma das maiores do mundo islâmico, quando acabou de ser construída em 1158.
É o monumento mais representativo desta cidade.

A torre tem 69 m de altura  e 12.8 m de largura. Situada a sudoeste da praça Jamaa el Fna. O nome Kutubyia vem da palavra "livro", já que existem à volta muitos vendedores de livros.
Há um jardim muito bonito que rodeia a mesquita onde tive o prazer de passear.

A Cisterna Portuguesa de El Jadida


Existe um Olhar

24.09.19

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No início do século XVI, os portugueses ocupavam vários lugares no Atlântico para fins estratégicos e militares. Uma dessas praças era Mazagán, na qual eles construíram um castelo aproveitando um antigo local da Almohad. Quase quarenta anos depois, o castelo foi reforçado com paredes e a sala de armas foi condicionada como uma cisterna de grande capacidade para suportar longos cercos. Em 1769, as tropas do sultão Sidi Mohammed Ben Abdellah invadem a cidade que agora é chamada El Jadida (a nova), um nome que mantém até hoje.

 Em El Jadida a Cisterna Portuguesa é a jóia da coroa do legado arquitetónico da época colonial em Marrocos

 É uma grande sala quadrada com um teto formado por 36 abóbadas que se apoiam em 25 colunas e a estrutura possui um óculo central ou clarabóia que permite a entrada de luz. O seu estilo gótico manuelino é único na África. O conjunto impressiona com sua robustez, sua luz semi-leve e os reflexos da arquitetura na água. Lembra mais  um local sagrado de meditação do que de um enclave militar. Após o abandono português a cisterna de El jadida   permaneceu escondida por dois séculos. Em 1916, um comerciante  redescobre-a casualmente, foi esvaziada manualmente e restaurada. Ficou famosa graças a Orson Welles, que transformou a cisterna  num hamman pelo seu filme "Otelo". Atualmente, a galeria no topo é dedicada a um museu de pintura. É um local turístico reconhecido como Património Mundial pela UNESCO em 2004.
Poderão ver mais fotos aqui

O chapéu


Existe um Olhar

10.09.19

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Os registos mais antigos sobre a existência e uso regular de protecções para a cabeça, datam do ano de 4.000 a.C. e referem-se ao Antigo Egipto, à Grécia e à  Babilónia. Nessa época era normal usarem-se faixas de tecido na cabeça para prender e proteger os cabelos. A “fita” ou “bandana”, que por vezes ainda se vê nos chapéus actuais,  nada mais é que uma reminiscência dessas faixas ancestrais.

Foi com a nobreza e a sua necessidade de mostrar o seu status social que mais tarde surgiram os turbantes, as tiaras e as coroas, que também eram usadas, por vezes, pelos sacerdotes e pelos guerreiros, embora com significados sociais distintos.

No entanto, a primeira protecção de cabeça digna de poder ser considerada um chapéu, nasceu por volta do ano 2000 a.C. e foi inventado pelos gregos. Conhecido pelo nome de “Pétaso”, este primeiro chapéu tinha uma copa baixa e umas abas largas, sendo usado pelos gregos como protecção nas suas frequentes viagens. A sua grande versatilidade de poder ser ajustado e retirado facilmente fizeram com que o Pétaso perdurasse na Europa durante toda a Idade Média.

Também na Idade Média, as instituições religiosas não permitiam que nenhuma mulher mostrasse os seus cabelos em público. Por isso, eram utilizados os mais diversos sistemas para andarem sempre sem nenhuma ponta de cabelo à vista.  A forma mais usual e simples, era a utilização de um pano de linho que caía sobre os ombros e abaixo deles. Curiosamente, os actuais véus de noiva e as mantilhas espanholas são o que sobreviveu da moda dessa época.

Nas primeiras décadas do século XX, os chapéus masculinos mudaram muito pouco em relação aos chapéus femininos, que conheceram uma diversidade de tipos, variações e géneros ao ponto de mudarem consoante as quatro estações do ano.

Foi só após 1930 que os chapéus passaram a ser vistos apenas como um acessório de vestuário.

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