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Eu também, mas tu sabes quão difícil é fotografar pessoas, qualquer dia arrisco-me a levar um raspanete, mas se eu pudesse a maioria das minhas fotos seriam com elas, como já li num dos teus comentários faz-nos falta uma daquelas objectivas gigantes
Dois deditos de conversa para matar o tempo. Olha que bom, faz tempo que não me sento num banco de jardim. Já os deditos de conversa vou dando por aqui e com muito prazer.
Não te sentas num banco do jardim, mas por aí não te falta com quem dar à língua, já eu, estou aqui abandonada se não fossem estes miminhos que seria de mim? Gosto que apareças por aqui, fico logo bem disposta
Quando passeio aqui pelo jardim da cidade são os idosos que mais usufruem destes bancos, embora eu tenha algum receio de fotografar pessoas, estes por acaso estavam distraídos e saiu assim.
Pergunta pertinente e que dava pano para mangas. Já lá vai tempo que eu era dada a conversas filosóficas, sempre de um para outro, agora estou mais perra, mas no meu quotidiano prefiro falar para um(a) do que para uma plateia. Tem mais impacto, olhar olhos nos olhos, perceber se o que estamos a dizer estar a ser assimilado, se estamos no mesmo nível, se é ou não importante para o nosso interlocutor o que queremos transmitir. Felizmente já sei intuir se devo calar-me e partir para outra. Com o tempo ficamos mais alerta a pequenos sinais e nisso considero-me uma expert, falar para as paredes não é definitivamente o meu forte Bom e está na hora de me calar senão o Remus ainda começa a bocejar