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Existe um Olhar

Não te preocupes com os que não te conhecem, mas esforça-te por seres digno de ser conhecido. (Confúcio)

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O chapéu

Setembro 10, 2019

Existe um Olhar

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Os registos mais antigos sobre a existência e uso regular de protecções para a cabeça, datam do ano de 4.000 a.C. e referem-se ao Antigo Egipto, à Grécia e à  Babilónia. Nessa época era normal usarem-se faixas de tecido na cabeça para prender e proteger os cabelos. A “fita” ou “bandana”, que por vezes ainda se vê nos chapéus actuais,  nada mais é que uma reminiscência dessas faixas ancestrais.

Foi com a nobreza e a sua necessidade de mostrar o seu status social que mais tarde surgiram os turbantes, as tiaras e as coroas, que também eram usadas, por vezes, pelos sacerdotes e pelos guerreiros, embora com significados sociais distintos.

No entanto, a primeira protecção de cabeça digna de poder ser considerada um chapéu, nasceu por volta do ano 2000 a.C. e foi inventado pelos gregos. Conhecido pelo nome de “Pétaso”, este primeiro chapéu tinha uma copa baixa e umas abas largas, sendo usado pelos gregos como protecção nas suas frequentes viagens. A sua grande versatilidade de poder ser ajustado e retirado facilmente fizeram com que o Pétaso perdurasse na Europa durante toda a Idade Média.

Também na Idade Média, as instituições religiosas não permitiam que nenhuma mulher mostrasse os seus cabelos em público. Por isso, eram utilizados os mais diversos sistemas para andarem sempre sem nenhuma ponta de cabelo à vista.  A forma mais usual e simples, era a utilização de um pano de linho que caía sobre os ombros e abaixo deles. Curiosamente, os actuais véus de noiva e as mantilhas espanholas são o que sobreviveu da moda dessa época.

Nas primeiras décadas do século XX, os chapéus masculinos mudaram muito pouco em relação aos chapéus femininos, que conheceram uma diversidade de tipos, variações e géneros ao ponto de mudarem consoante as quatro estações do ano.

Foi só após 1930 que os chapéus passaram a ser vistos apenas como um acessório de vestuário.

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