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Existe um Olhar

Não te preocupes com os que não te conhecem, mas esforça-te por seres digno de ser conhecido. (Confúcio)

Existe um Olhar

Não te preocupes com os que não te conhecem, mas esforça-te por seres digno de ser conhecido. (Confúcio)

Garça do pântano


Existe um Olhar

18.12.19

IMG_0740 pássaro.jpg

Mede entre 55 e 65 centímetros de comprimento e pesa ente 280 e 710 gramas. Sua envergadura mede entre 86 e 104 centímetros.
Esta espécie apresenta plumagem com duas colorações distintas: a fase clara e a fase escura. Na fase clara  apresenta- se muito parecida com a garça-branca-pequena Egretta thula, entretanto seu bico é mais robusto e ligeiramente curvo. Na fase escura o adulto apresenta coloração geral cinza ardósia escuro . Na região posterior da cabeça apresenta plumas longas e finas. Suas asas possuem pequena mancha branca especialmente visível quando a ave está em voo
Esta fotografei-a numa zona pantanosa da Colômbia

Eudocimus ruber


Existe um Olhar

09.12.19

IMG_1244.JPG

 Conhecida como íbis-escarlate, guará-vermelho, guará-rubro e guará-piranga. Ocorre desde a América Central até ao sul do Brasil em vários grupos isolados.

Habitat: Ocorre em Trinidad e Tobago, na Colômbia, na Venezuela, nas Guianas e no litoral norte do Brasil (havendo grupos isolados já relatados em mangues de São Paulo, do Paraná, de Santa Catarina e da Bahia).

Alimentação: Alimenta-se principalmente de pequenos caranguejos. Sua coloração tem forte relação com sua dieta, sendo responsável pela sua plumagem vermelha intensa. A espécie realiza o metabolismo e incorporação seletiva de carotenoides, nesse caso principalmente a Cantaxantina, distribuído para as penas.

Reprodução: Reproduz-se em colônias. Confecciona os ninhos no alto das árvores à beira dos mangues e lamaçais litorâneos. A fêmea põe 2 ou 3 ovos de cor bege, ou marrom-claro com manchas marrons.

Abandono


Existe um Olhar

28.05.17

IMG_0138a.jpg


Por teu livre pensamento
Foram-te longe encerrar
Tão longe que o meu lamento
Não te consegue alcançar
E apenas ouves o vento
E apenas ouves o mar
Levaram-te a meio da noite
A treva tudo cobria
Foi de noite numa noite
De todas a mais sombria
Foi de noite, foi de noite
E nunca mais se fez dia.

Ai! Dessa noite o veneno
Persiste em me envenenar
Oiço apenas o silêncio
Que ficou em teu lugar
E ao menos ouves o vento
E ao menos ouves o mar.

David Mourão Ferreira

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