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Existe um Olhar

Não te preocupes com os que não te conhecem, mas esforça-te por seres digno de ser conhecido. (Confúcio)

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Não te preocupes com os que não te conhecem, mas esforça-te por seres digno de ser conhecido. (Confúcio)

Farol de Esposende


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19.10.20

IMG_4191.JPG

O Farol de Esposende localiza-se perto da praia de Esposende no Distrito de Braga.

Trata-se de uma torre cilíndrica em ferro, edificada sobre uma base redonda de cimento, com lanterna e varandim de serviço. Inteiramente pintada de vermelho. Anexo, encontra-se um edifício de 2 andares para os faroleiros, pintado de amarelo.

Erguido à margem direita da foz do rio Cávado, vizinho ao Forte de São João Baptista de Esposende, cuja primitiva área foi parcialmente ocupada pelas instalações do farol, foi inaugurado em 1866.

"A inteligência é o farol que nos guia, mas é a vontade que nos faz caminhar."

Érico Veríssimo

Extração de caulino


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07.10.20

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 O caulino é um minério composto de silicatos hidratados de alumínio, como a caulinita e a haloisita, e apresenta características especiais que permitem sua utilização na fabricação de papel, cerâmica, tintas, etc.
As máquinas e camiões não paravam e deixavam inúmeras lagoas azuis.
Tirei esta foto a norte numa localidade chamada Barreiras na zona de Barcelos.

O pelicano


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30.07.20

1-IMG_1136.JPG

Os pelicanos medem cerca de 120 cm de comprimento, e apresentam uma envergadura de 2 m. Essa espécie, por ser um animal marinho, é extremamente adaptado a esse ambiente. Eles alimentam-se e passam, praticamente, toda a sua vida na água. Indo para a terra somente para fazerem ninho.

As patas do pelicano são totipalmadas, ou seja, apresentam os 4 dedos unidos por uma longa membrana interdigital, que ajuda o animal na hora de nadar. A sua alimentação é baseada em peixes, principalmente. Mas eles também podem comer tartarugas marinhas ainda recém-nascidas e crustáceos. Em casos mais raros, os pelicanos também podem consumir pássaros menores.

Este estava a tratar da sua higiene pessoal e não pude fotografá-lo com pormenores. Ficou o possível.

 

Flamingos


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05.11.19

IMG_0095 (3).JPGAtravés da filtração, os flamingos consomem algas e pequenos crustáceos que são ricos em cantaxantina (encontrada nos camarões) e outros carotenoides que colorem as penas dessas aves, sendo que a intensidade da coloração é proporcional à quantidade desses pigmentos na dieta. Por esse motivo os flamingos habitam terrenos alagados como manguezais, estuários, lagoas e regiões beira mar, ficando sempre onde a água é mais rasa. São encontrados nas Américas, na África, na Ásia e na Europa e vivem de forma gregária - em bandos bem grandes.

Fotografei estes na Lagoa de Óbidos e não foi fácil, porque estavam bem longe.
Fui lá muitos dias, para ver se conseguia apanhá-los mais perto, portanto foi o melhor que consegui.

O Teixo (Taxus baccata )


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16.09.18

IMG_8142.jpg

 É uma árvore ou arbusto de folha perene, de porte pequeno, tronco erecto, que pode atingir um crescimento até 15 metros de altura. 

Distribuição geográfica:
 Originário da Europa, Norte de África e Sudoeste da Ásia, o Teixo é uma espécie espontânea em Portugal, sobretudo na região norte e centro. Estamos perante uma espécie rara e muito bonita, mas que enfrenta o perigo de extinção no nosso país.


Utilização: 

A madeira do Teixo é muito resistente, dura e bastante flexível. Dadas a suas características físicas e mecânicas ímpares, a madeira desta espécie autóctone possibilita inúmeras utilizações: fabrico de arcos de flechas, arcos de violino (raízes), mobiliário, esculturas, etc... 

Acredita-se que os arcos de Robin dos Bosques eram fabricados a partir da madeira de Teixo.

É importante ter em conta que à exepção dos frutos, todas as partes desta espécie são tóxicas. A ingestão das suas folhas por animais, como por exemplo o cavalo, pode levar à sua morte. 

O Teixo prefere solos húmidos e calcários.
Este tronco fotografei-o na Serra da Estrela.

O abutre


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19.03.15

O abutre-fouveiro (Gyps fulvus), também conhecido pelo nome de grifo, é um abutre que pode ser observado nas montanhas do sul da Europa do sudoeste asiático e da África . Tais abutres chegam a medir até 1 metro de comprimento e 2,7 metros de envergadura, e pesam de 6 a 12 kg.

Alimenta-se quase exclusivamente de carne morta, passando longo tempo a pairar alto no céu à procura de cadáveres, voando em círculos. Em voo tem uma silhueta típica, enormes asas, muito maiores que o corpo, cauda curta e arredondada, completamente aberta, e pescoço encolhido. É normalmente gregário e estabelece colónias  até 200 casais. Registaram-se casos raros de grifos atacarem presas vivas, especialmente animais jovens, fracos ou doentes.

Uma frase que gostei para ilustrar esta foto:

 

" É melhor cairmos nas garras dos abutres do que nas dos lisonjeadores: no primeiro caso seremos devorados já mortos; no se­gundo, ainda vivos. "

(desconheço o autor) 

 

Na Capadócia


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03.07.14

“A Capadócia é um destino para quem já está acostumado a viajar e busca o inédito. Cravada na Ásia Menor, a Capadócia guarda uma história que remonta a 9 mil anos.
A chamada Anatólia, que recebeu migrações de todos os lados e lá o cristianismo e o islamismo se desenvolveram fortemente. As comunidades cristãs construíram ali igrejas e mosteiros em impressionantes esculturas escavadas em rocha de origem vulcânica, num cenário de ficção.
As esculturas naturais na Capadócia foram-se formando ao longo do tempo moldando a pedra vulcânica arenosa. Rios, chuvas, tempestades de neves e ventos fortes modificaram a paisagem e criaram fantásticas formações rochosas. Os monumentos são como cogumelos e castelos construídos numa paisagem lunar.
O território já serviu de cenário de ficção para o filme “Guerra nas Estrelas” e possui natureza mais que exuberante, tornando-se um destino obrigatório para quem visita a Turquia.
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