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Existe um Olhar

Não te preocupes com os que não te conhecem, mas esforça-te por seres digno de ser conhecido. (Confúcio)

Existe um Olhar

Não te preocupes com os que não te conhecem, mas esforça-te por seres digno de ser conhecido. (Confúcio)

Brincando

11.06.18, Existe um Olhar
Correm por aqui e por ali, sem se preocuparem com o caminho, nem o que os espera na próxima curva. Escondem-se nos corredores do velho hospital em  ÁGUA IZÉ onde ecoam as vozes das crianças , que não precisam de muito para se sentirem felizes   aqui       Podem ler mais informações sobre esta terra

É nas crianças que penso

25.12.16, Existe um Olhar
Por esse mundo fora vão-se assistindo aos maiores atentados contra os direitos das crianças. Crianças com fome, violadas, vivendo e ambientes de guerra, sem família ou com elas destruturadas, sem aceso à instrução, vivendo em cenários desumanos e chocantes que nos fazem pensar como é possível que tudo aconteça no século XXI. Depois há os contrastes, que não deixam de ser menos constrangedores, em que se dão aos meninos tudo o que querem, que vivem numa abundância de (...)

Ser feliz e mais nada

30.10.16, Existe um Olhar
 As temperaturas ainda convidam a uma boa banhoca e as crianças nunca têm frio, será que a piscina era de água quente? Ser feliz e mais nada A tranquilidade é a tua praia O amor o teu banho diário A esperança o teu sol E o resto é passageiro Magrela  

As bolas de sabão

12.04.16, Existe um Olhar
As bolas de sabão que esta criança Se entretém a largar de uma palhinha São translucidamente uma filosofia toda. Claras, inúteis e passageiras como a Natureza,   Amigas dos olhos como as coisas, São aquilo que são Com uma precisão redondinha e aérea, E ninguém, nem mesmo a criança que as deixa, Pretende que elas são mais do que parecem ser.   Algumas mal se (...)

Um dia...

23.08.11, Existe um Olhar
  Um dia, gastos, voltaremos A viver livres como os animais E mesmo tão cansados floriremos Irmãos vivos do mar e dos pinhais. O vento levará os mil cansaços Dos gestos agitados irreais E há-de voltar aos nosso membros lassos A leve rapidez dos animais. Só então poderemos caminhar Através do mistério que se embala No verde dos pinhais na voz do mar E em nós germinará a sua fala. Sophia de Mello Breyner  Ribeira do Açude-Chaves Junho de 2011
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