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Existe um Olhar

Não te preocupes com os que não te conhecem, mas esforça-te por seres digno de ser conhecido. (Confúcio)

Existe um Olhar

Não te preocupes com os que não te conhecem, mas esforça-te por seres digno de ser conhecido. (Confúcio)

Como nuvens no céu passam os sonhos por mim

20.10.12, Existe um Olhar
Como nuvens pelo céu Passam os sonhos por mim. Nenhum dos sonhos é meu Embora eu os sonhe assim. São coisas no alto que são Enquanto a vista as conhece, Depois são sombras que vão Pelo campo que arrefece. Símbolos? Sonhos? Quem torna Meu coração ao que foi? Que dor de mim me transtorna? Que coisa inútil me dói?  (Fernando Pessoa) S. Martinho do PortoOutubro de 2012  

É neste mar que me embala...

30.05.12, Existe um Olhar
...onde a paz se faz de silênciosOnde o sonho se faz realidadeOnde a realidade  são momentosmomentos que existem e perduram num olharPara lá do tempo que é saudade, ternura e encantamentoque me deixam embalada no murmúrio das ondas deste mar S.Pedro de MoelMaio de 2012  

Pode o céu ser tão longe?

06.05.12, Existe um Olhar
   Vesti a luz do teu nome E chamei-te pela noite, Entraste no meu sono Como o luar entra na fonte. Trazes estórias e proezas Dizes que tens tanto pr'a me dar, Deixas sombras, incertezas, E partes sem nunca me levar. E de repente Um mar sozinho, Ninguém na margem Ninguém no caminho, Tão frio. E o teu beijo Mata-me a distância, Ninguém tão perto Pode o que o beijo alcança, E o meu corpo chora Quando o teu vai embora, Porque o teu mundo É tão longe, Tão longe, Pode o céu ser (...)

Contemplo o lago mudo

08.01.11, Existe um Olhar
      Contemplo o lago mudo que a brisa estremece Não sei se penso em tudo ou se o tudo me esquece O lago nada me diz, não sinto a brisa mexe-lo Não sei se sou feliz nem se desejo sê-lo Trémulos rincos risonhos na água adormecida porque fiz eu dos sonhos a minha única vida? Fernando Pessoa   Lagoa de Óbidos 8 de Janeiro de 2011

O sonho de um momento

10.12.10, Existe um Olhar
Tirar dentro do peito a Emoção, A lúcida verdade, o Sentimento! -- E ser, depois de vir do coração, Um punhado de cinza esparso ao vento!... Sonhar um verso de alto pensamento, E puro como um ritmo de oração! -- E ser, depois de vir do coração, O pó, o nada, o sonho dum momento... São assim ocos, rudes, os meus versos: Rimas perdidas, vendavais dispersos, Com que eu iludo os outros, com que minto! Quem me dera encontrar o verso puro, O verso altivo e forte, estranho e duro, Q (...)
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