Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Existe um Olhar

Não te preocupes com os que não te conhecem, mas esforça-te por seres digno de ser conhecido. (Confúcio)

Existe um Olhar

Não te preocupes com os que não te conhecem, mas esforça-te por seres digno de ser conhecido. (Confúcio)

É só a brisa que passa

28.08.17, Existe um Olhar
    Sorriso audível das folhas, Não és mais que a brisa ali. Se eu te olho e tu me olhas, Quem primeiro é que sorri? O primeiro a sorrir ri. Ri, e olha de repente, Para fins de não olhar, Para onde nas folhas sente O som do vento passar. Tudo é vento e disfarçar. Mas o olhar, de estar olhando Onde não olha, voltou; E estamos os dois falando O que se não conversou. Isto acaba ou começou? Fernando Pessoa

Despedida

16.12.16, Existe um Olhar
As últimas folhas caiem, desnudam-se as árvores, tudo fica mais triste, mas é a eterna renovação, um dia voltarão a florir. " Troque suas folhas, mas não perca suas raízes, mude de opinião, mas não perca seus princípios". Víctor Hugo

Um bom suporte

11.04.16, Existe um Olhar
 O bom suporte e uma estrutura forte suportará sempre a vida que renasce a cada momento.   “Metafísica? Que metafísica têm aquelas árvores? A de serem verdes e copadas e de terem ramos E a de dar fruto na sua hora, o que não nos faz pensar, A nós, que não sabemos dar por elas. Mas que melhor metafísica que a delas, Que é a de não saber para que vivem Nem saber (...)

As quatro estações à minha porta

28.02.15, Existe um Olhar
  Quando o meu corpo apodrecer e eu for morta Continuará o jardim, o céu e o mar, E como hoje igualmente hão-de bailar As quatro estações à minha porta. Outros em Abril passarão no pomar Em que eu tantas vezes passei, Haverá longos poentes sobre o mar, Outros amarão as coisas que eu amei. Será o mesmo brilho a mesma festa, Será o mesmo jardim à minha porta. E os cabelos doirados da floresta, Como se eu não estivesse morta.” Sophia de Mello Breyner Andresen, Dia do mar

Antes de dizer adeus

29.11.12, Existe um Olhar
  As folhas das árvores balançaram Com o desespero das flores murchas Caídas abaladas solitárias As folhas choraram a tristeza de um dia frio Pela ausência do calor difundido Com bela aguarela do campo caindo e se enterrando No solo coberto pelo aveludado Amor que as folhas deixaram Antes de dizer adeus (Rafael do Val)  
Direitos de Autor Nenhuma parte deste site pode ser reproduzida sem a prévia permissão do autor. Todas as fotografias estão protegidas pelo Decreto-Lei n.º 63/85, de 14 de Março. Uma vez que a maioria das fotografias foram feitas em locais públicos mas sem autorização dos intervenientes, se por qualquer motivo não desejarem que sejam divulgadas neste blog entrem em contacto comigo para que sejam retiradas de imediato. manuelapereira3@sapo.pt

Quem me segue