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Existe um Olhar

Não te preocupes com os que não te conhecem, mas esforça-te por seres digno de ser conhecido. (Confúcio)

Existe um Olhar

Não te preocupes com os que não te conhecem, mas esforça-te por seres digno de ser conhecido. (Confúcio)

No jardim

01.04.17, Existe um Olhar
Consideremos o jardim, mundo de pequenas coisas, calhaus, pétalas, folhas, dedos, línguas, sementes. Sequências de convergências e divergências, ordem e dispersões, transparência de estruturas, pausas de areia e de água, fábulas minúsculas. Geometria que respira errante e ritmada, varandas verdes, direcções de primavera, ramos em que se regressa ao espaço azul, curvas vagarosas, pulsações de uma ordem composta pelo vento em sinuosas palmas. Um murmúrio de (...)

O cheiro da chuva

10.01.16, Existe um Olhar
 Eu já tinha esquecido o cheiro da chuva Assim como de tantas outras coisas que a chuva traz Hoje a mesma trouxe o cheiro, e... Lembranças, sabores, cores e outros cheiros Trouxe uma infinidade de sons e sentimentos entre eles uma e outra coisa que há tempos não sentia. Senti a chuva de um tempo de algo, de alguém dos amigos... Senti falta! Logo passou assim como a chuva Tudo rápido: flashes , slides...

Viajar pela leitura

10.12.15, Existe um Olhar
Viajar pela leitura sem rumo, sem intenção. Só para viver a aventura que é ter um livro nas mãos. É uma pena que só saiba disso quem gosta de ler. Experimente! Assim sem compromisso, você vai me entender. Mergulhe de cabeça na imaginação! Clarice Pacheco  

Jardim com flores

07.05.15, Existe um Olhar
   Quem me compra um jardim com flores? borboletas de muitas cores, lavadeiras e passarinhos, ovos verdes e azuis nos ninhos? Quem me compra este caracol? Quem me compra um raio de sol? Um lagarto entre o muro a hera, Uma estátua da Primavera? Quem me compra este formigueiro? E este sapo, que é jardineiro? E a cigarra e a sua canção? E o grilinho dentro do chão? (Este é o meu leilão)    

Chove. Há silêncio

28.01.13, Existe um Olhar
 Chove. Há silêncio, porque a mesma chuva Não faz ruído senão com sossego. Chove. O céu dorme. Quando a alma é viúva Do que não sabe, o sentimento é cego. Chove. Meu ser (quem sou) renego... Tão calma é a chuva que se solta no ar (Nem parece de nuvens) que parece Que não é chuva, mas um sussurrar Que de si mesmo, ao sussurrar, se esquece. Chove. Nada apetece... Não paira vento, não há céu que eu sinta. Chove longínqua e indistintamente, Como uma coisa certa que nos minta,
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