Caíram desamparadas
Existe um Olhar
23.10.25

Uma sensação de abandono, de fim de ciclo, como se a natureza também sentisse a solidão do tempo que passa.
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Existe um Olhar
23.10.25

Uma sensação de abandono, de fim de ciclo, como se a natureza também sentisse a solidão do tempo que passa.
Existe um Olhar
18.10.25

Umas caiem desamparadas, outras mostram-se lisas, esta contorceu-se, enrolou-se, quis marcar a diferença, só não conseguiu mudar de cor.
Existe um Olhar
12.10.25

A esperança, enganadora como é, serve contudo para nos levar ao fim da vida pelos caminhos mais agradáveis.
Existe um Olhar
11.10.25

A avaliar pelo número de ouriços que existem nas árvores vamos ter muitas castanhas.
Existe um Olhar
04.10.25

No ciclo eterno das mudáveis coisas
Novo inverno após novo outono volve
À diferente terra
Com a mesma maneira.
Porém a mim nem me acha diferente
Nem diferente deixa-me, fechado
Na clausura maligna
Da índole indecisa.
Presa da pálida fatalidade
De não mudar-me, me infiel renovo
Aos propósitos mudos
Morituros e infindos.
Existe um Olhar
22.09.25

Folhas caindo como lembranças de um verão que se despede.
Existe um Olhar
23.11.24

Gosto de passear nestes caminhos em que as folhas amarelas se misturam com o verde.
Existe um Olhar
06.10.24

Lousã
Existe um Olhar
23.09.24

O chão acastanhado as árvores com várias tonalidades vão mostrando que o Outono está aí.
A estação que mais gosto, lembra-me a lareira acesa, as mantas começam a aparecer, as conversas e as risadas, a boa disposição entre amigos, uma noite estrelada lá fora e o cheiro da terra molhada, tudo isto me faz lembrar que o desassossego do Verão terminou.
Bem vindo Outono!
Existe um Olhar
13.12.23
Q
Que o outono faça comigo o que ele faz com as folhas, leve o que não serve mais, para dar lugar ao novo.
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