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Existe um Olhar

Não te preocupes com os que não te conhecem, mas esforça-te por seres digno de ser conhecido. (Confúcio)

Existe um Olhar

Não te preocupes com os que não te conhecem, mas esforça-te por seres digno de ser conhecido. (Confúcio)

Cantou e encantou!

30.03.14, Existe um Olhar
A primeira vez que ouvi  Pedro Abrunhosa ao vivo foi no Crato. Fiquei fascinada com a presença dele no palco, na forma como inter-age com o público, como se entrega, como coloca uma plateia ao rubro.Desta vez e sem esperar porque não comprei o bilhete a tempo, valeu-me a desistência de uma amiga que me cedeu o dela e pude vê-lo na minha cidade.A mesma energia, uma presença forte, em que o público passa a ser a vedeta e em que ele se mistura com a plateia, em que chama ao palco (...)

Pode o céu ser tão longe?

06.05.12, Existe um Olhar
   Vesti a luz do teu nome E chamei-te pela noite, Entraste no meu sono Como o luar entra na fonte. Trazes estórias e proezas Dizes que tens tanto pr'a me dar, Deixas sombras, incertezas, E partes sem nunca me levar. E de repente Um mar sozinho, Ninguém na margem Ninguém no caminho, Tão frio. E o teu beijo Mata-me a distância, Ninguém tão perto Pode o que o beijo alcança, E o meu corpo chora Quando o teu vai embora, Porque o teu mundo É tão longe, Tão longe, Pode o céu ser (...)

Deixas em mim tanto de ti

28.01.12, Existe um Olhar
  A noite não tem braços Que te impeçam de partir, Nas sombras do meu quarto Há mil sonhos por cumprir. Não sei quanto tempo fomos, Nem sei se te trago em mim, Sei do vento onde te invento, assim. Não sei se luz da manhã, Nem sei o que resta em nós, Sei das ruas que corremos sós, Porque tu, Deixas em mim Tanto de ti, Matam-me os dias, As mãos vazias de ti. A estrada ainda longa, Cem quilómetros de chão, Quando a espera não tem fim, Há distâncias sem perdão. Não sei (...)

Ilumina-me

20.09.11, Existe um Olhar
  Gosto de ti como quem gosta do sábado, Gosto de ti como quem abraça o fogo, Gosto de ti como quem vence o espaço, Como quem abre o regaço, Como quem salta o vazio, Um barco aporta no rio, Um homem morre no esforço, Sete colinas no dorso E uma cidade p'ra mim. Gosto de ti como quem mata o degredo, Gosto de ti como quem finta o futuro, Gosto de ti como quem diz não ter medo, Como quem mente em segredo, Como quem baila na estrada, Vestido feito de nada, As mãos fartas do corpo, Um (...)

Viagens que se perdem no tempo

24.08.11, Existe um Olhar
    Já vai alta a noite, vejo o negro do céu, deitado na areia, o teu corpo e o meu. Viajo com as mãos por entre as montanhas e os rios, e sinto nos meus lábios os teus doces e frios. E voas sobre o mar, com as asas que eu te dou, e dizes-me a cantar: "É assim que eu sou". Olhar para ti e ver o que eu vejo, olhar-te nos olhos com olhares de desejo. Olhar para ti e ver o que eu vejo, olhar-te nos olhos com olhares de desejo. Eu não tenho nada mais p'ra te dar, esta vida sao dois dias,
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