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Existe um Olhar

Não te preocupes com os que não te conhecem, mas esforça-te por seres digno de ser conhecido. (Confúcio)

Existe um Olhar

Não te preocupes com os que não te conhecem, mas esforça-te por seres digno de ser conhecido. (Confúcio)

Como um sonho

17.05.19, Existe um Olhar
Tempestade... O desgrenhamento das ramagens... O choro vão  da água triste, do longo vento,  vem morrer-me no coração. A água triste cai como um sonho, sonho velho que se esqueceu... ( Quando virás, ó meu tristonho Poeta, ó doce troveiro meu!...) E minha alma, sem luz nem tenda, passa errante, na noite má,` à procura de quem me entenda e de quem me consolará... Cecília Meireles

Pelo Tejo vai-se para o mundo

04.08.17, Existe um Olhar
 O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia,  Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia  Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia.  O Tejo tem grandes navios  E navega nele ainda,  Para aqueles que vêem em tudo o que lá não está,  A memória das naus.  O Tejo desce de Espanha  E o Tejo entra no mar em Portugal.  Toda a gente sabe isso.  Mas poucos sabem qual é o rio da minha aldeia  E para onde ele vai  E donde ele vem.  E por isso porque pertence a menos gente, 

Esta nossa Lisboa

12.02.16, Existe um Olhar
Formoso Tejo meu, quão diferente Te vejo e vi, me vês agora e viste: Turvo te vejo a ti, tu a mim triste, Claro te vi eu já, tu a mim contente. A ti foi-te trocando a grossa enchente A quem teu largo campo não resiste; A mim trocou-me a vista em que consiste O meu viver contente ou descontente! Já que somos no mal participantes, Sejamo-lo no bem. Oh, quem me dera Que (...)

Há sempre um rio a passar

14.12.11, Existe um Olhar
    Tão bom viver dia a dia… A vida assim, jamais cansa… Viver tão só de momentos Como estas nuvens no céu… E só ganhar, toda a vida, Inexperiência… esperança… E a rosa louca dos ventos Presa à copa do chapéu. Nunca dês um nome a um rio: Sempre é outro rio a passar. Nada jamais continua, Tudo vai recomeçar! E sem nenhuma lembrança Das outras vezes perdidas, Atiro a rosa do sonho Nas tuas mãos distraídas… (Mário Quintana) Momentos à beira TejoDezembro de 2011 
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