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Existe um Olhar

Não te preocupes com os que não te conhecem, mas esforça-te por seres digno de ser conhecido. (Confúcio)

Existe um Olhar

Não te preocupes com os que não te conhecem, mas esforça-te por seres digno de ser conhecido. (Confúcio)

No Porto


Existe um Olhar

23.06.20

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Há uns tempos atrás fui ao Porto, calcorreei ruas e ruelas e cheguei à Ribeira.
Muita gente, muita cor, alegria e animação.

Hoje, este espaço está vazio.
Dia de S. João  e a pandemia veio transformar a vida de uma cidade e tudo ficou mais triste.
Resta-nos a esperança de que para o ano, a vida na Invicta e em todo o país volte à normalidade.

 

Para todas as mães


Existe um Olhar

03.05.20

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Nas minhas incursões pelo mundo, tenho visto mães tristes, amarguradas e sem saberem o que fazer da vida.
Não há casas condignas, não há comer para os filhos, por vezes são mal tratadas e sofrem de violência doméstica, contudo, reconheço que não é só lá fora que se observa este cenário, cá dentro e com o aparecimento da pandemia, há casos idênticos e dramáticos. De louvar a ajuda humanitária de muitos, que sem receberam nada em troca, vão minimizando a carência de tantas famílias.
Gostava de poder ajudar com uma palavra amiga, de estar junto, de confortar, de transmitir tudo o que me vai na alma e de incutir-lhes no coração, que tudo vai ficar bem e que dias melhores virão.

Será que as palavras chegam? Penso que não. Precisamos de acção e de partilhas.


Neste dia de todas as mães deixo o meu carinho, o meu abraço virtual e a admiração por todas as guerreiras.
Acho que nenhuma mãe deveria sofrer, elas são o suporte deste mundo em que vivemos.
Para todas o meu bem- haja!

 

Talvez seja tristeza


Existe um Olhar

23.02.20

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Deve chamar-se tristeza
Isto que não sei que seja
Que me inquieta sem surpresa
Saudade que não deseja.

Sim, tristeza - mas aquela
Que nasce de conhecer
Que ao longe está uma estrela
E ao perto está não a ter.

Seja o que for, é o que tenho.
Tudo mais é tudo só.
E eu deixo ir o pó que apanho
De entre as mãos ricas de pó.

Fernando Pessoa

 

Fala-se dos "sem abrigo"


Existe um Olhar

05.01.19

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É com tristeza que ouço e vejo a preocupação de algumas pessoas que estão à frente dos destinos do nosso país, falar sobre aqueles que não têm casa, que dormem ao relento, que estão sujeitos à caridade alheia e de alguns grupos que dedicam parte das suas vidas a distribuir alimentos e agasalhos a pessoas a quem a sorte foi madrastra. Escrevi no início a palavra "tristeza", porque dói saber que só agora, que se avizinham noites frias, é que se pensa neles...e durante o resto do ano?
Há "sem abrigo" em todas as estações, ao invés de se remediar numa altura de frio, por que não irradicar de vez  com uma situação destas e se tentam encontrar soluções para que não se vejam figuras destas? 
Não vou apresentar soluções, mas na minha cabeça fervilham muitas ideias e penso como seria fácil minimizar este sofrimento.
Será que sou uma sonhadora? 

Descanso depois da loucura do Black Friday


Existe um Olhar

26.11.18

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Não sou e nunca serei adepta das loucuras do Black Friday, confusões não são para mim.
E já agora sabe qual a origem disto?
Foi durante o comércio de escravos na América.
Durante a sexta feira negra, os escravos foram vendidos com desconto para impulsionar a economia. Daí Black (escravos que eram de origem africana) Friday (a última sexta feira do mês de Novembro)
Triste muito triste! 

Rectificação sobre a informação dada.
Consultei um site cuja notícia acima veriquei que era falsa, pelo que peço desculpa.
A Contempladora Ocidental alertou-me sobre o assunto transcrevo a informação que me deu:
"Numa sexta-feira de setembro de 1869 houve um “crash” no mercado financeiro. Chamaram-lhe Black Friday. E muitos atribuem ao facto de que os comerciantes passam muitos meses “in the red” – em termos contabilísticos – e na sexta-feira depois do Dia de Ação de Graças as suas vendas aumentam de tal forma que fecham as contas no preto e tiveram lucros."


Na mira


Existe um Olhar

24.01.18

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Esta foto possivelmente não tem nada de especial, mas representou um momento muito triste quando visitei o museu da guerra do Vietnam.
Fiquei chocada com as fotos de tanta tortura estampadas nas paredes e pergunto-me como é possível ainda vivermos em pleno século XXI tantas guerras, tanta fome, tantos crimes contra a humanidade.
Prometi a mim mesma nunca mais visitar um museu de guerra, bastam-me as notícias horríveis que vou ouvindo na Tv e lendo nos jornais

Quando há janelas que se fecham...


Existe um Olhar

28.07.13

...podemos sentir-nos tristes, mas logo descobrimos que se se fecharam é porque não tinham nada de bom para mostrar e ao lado, há logo uma que se abre, que nos transmite paz, alegria e a certeza que podemos abri-la para que o sol volte a brilhar de novo.
 

Mais um crime contra a natureza


Existe um Olhar

26.02.12

 
 
 
 
Hoje as imagens que aqui mostro causam-me uma enorme tristeza.
Outrora esta paisagem era densamente arborizada, hoje assiste-se ao corte desenfreado dos pinheiros para vermos surgir mais urbanizações e camos de golfe.
Na margem Sul da Lagoa de Óbidos, outros interesses falam mais alto e empresas estrangeiras usam e abusam de hectares e hectares de terrenos, para transformarem num monte de betão um lugar que era sem dúvida o pulmão do concelho de Óbidos.
E o que mais me espanta é que ninguém diz nada, talvez porque o casario aumenta substancialmente as contribuições autárquicas.
Este ano, que se adivinha seco, não vai ser motivo de preocupação para os bombeiros, porque não resta nada para arder.
 
 
 

Nem sempre há sorrisos


Existe um Olhar

23.07.10

             "É preferível a tristeza de quem suporta a iniquidade do que a alegria de quem a comete."
           (Santo Agostinho)

 
Mulher egípcia na feira medieval em S. Pedro de Sintra-Julho de 2010
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