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Existe um Olhar

Não te preocupes com os que não te conhecem, mas esforça-te por seres digno de ser conhecido. (Confúcio)

Existe um Olhar

Não te preocupes com os que não te conhecem, mas esforça-te por seres digno de ser conhecido. (Confúcio)

O Teixo (Taxus baccata )


Existe um Olhar

16.09.18

IMG_8142.jpg

 É uma árvore ou arbusto de folha perene, de porte pequeno, tronco erecto, que pode atingir um crescimento até 15 metros de altura. 

Distribuição geográfica:
 Originário da Europa, Norte de África e Sudoeste da Ásia, o Teixo é uma espécie espontânea em Portugal, sobretudo na região norte e centro. Estamos perante uma espécie rara e muito bonita, mas que enfrenta o perigo de extinção no nosso país.


Utilização: 

A madeira do Teixo é muito resistente, dura e bastante flexível. Dadas a suas características físicas e mecânicas ímpares, a madeira desta espécie autóctone possibilita inúmeras utilizações: fabrico de arcos de flechas, arcos de violino (raízes), mobiliário, esculturas, etc... 

Acredita-se que os arcos de Robin dos Bosques eram fabricados a partir da madeira de Teixo.

É importante ter em conta que à exepção dos frutos, todas as partes desta espécie são tóxicas. A ingestão das suas folhas por animais, como por exemplo o cavalo, pode levar à sua morte. 

O Teixo prefere solos húmidos e calcários.
Este tronco fotografei-o na Serra da Estrela.

Um bom suporte


Existe um Olhar

11.04.16

IMG_1590.JPG

 O bom suporte e uma estrutura forte suportará sempre a vida que renasce a cada momento.

 

“Metafísica? Que metafísica têm aquelas árvores?

A de serem verdes e copadas e de terem ramos
E a de dar fruto na sua hora, o que não nos faz pensar,
A nós, que não sabemos dar por elas.
Mas que melhor metafísica que a delas,
Que é a de não saber para que vivem
Nem saber que o não sabem?”

Alberto Caeiro

 

Presa por um fio


Existe um Olhar

20.08.11

 

Coitado! que em um tempo choro e rio;
Espero e temo, quero e aborreço;
Juntamente me alegro e entristeço;
Dou a cousa confio e desconfio.

Voo sem asas; estou cego e guio;
E no que valho mais menos mereço.
Calo e dou vozes, falo e emudeço,
Nada me contradiz, e eu aporfio.

Queria, se ser pudesse, o impossível;
Queria poder mudar-me e estar quedo;
Usar de liberdade e estar cativo;

Queria que visto fosse e invisível;
Queira desenredar-me e mais me enredo:
Tais os extremos em que triste vivo!

(Camões)

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