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Existe um Olhar

Não te preocupes com os que não te conhecem, mas esforça-te por seres digno de ser conhecido. (Confúcio)

Existe um Olhar

Não te preocupes com os que não te conhecem, mas esforça-te por seres digno de ser conhecido. (Confúcio)

Numa noite de ventania

03.03.16, Existe um Olhar
Lá fora o vento rugia, a chuva não parava, encostei-me à janela e parecia que a qualquer momento as palmeiras eram arrancadas, mas os seus ramos reflectiam-se no candeeiro como que provocando a luz que permanecia a brilhar. “A maior dor do vento é não ser colorido.” Mário Quintana  

Alerta vermelho

17.10.15, Existe um Olhar
O vento soprava, o portão batia, os caixotes voavam, a senhora que passou com o guarda chuva vermelho atirou-o fora, quando já não conseguia dominá-lo. Felizmente eu estava abrigada a assistir à barafunda. Não foi ainda decretado alerta vermelho, mas o vento não pára de assobiar e já se limpam estradas depois de muitos ramos de árvores terem caído. Será o (...)

O que o vento não levou

15.06.13, Existe um Olhar
O que o vento não levou... No fim tu hás de ver que as coisas mais leves são as únicas que o vento não conseguiu levar: um estribilho antigo, um carinho no momento preciso, o folhear de um livro de poemas, o cheiro que tinha um dia o próprio vento... Mario Quintana  

O que o vento não levou

30.06.12, Existe um Olhar
  O que o vento não levou... No fim tu hás- de ver que as coisas mais leves são as únicas que o vento não conseguiu levar: um estribilho antigo, um carinho no momento preciso, o folhear de um livro de poemas, o cheiro que tinha um dia o próprio vento...   Mario Quintana  

Enquanto o vento passava...

25.07.11, Existe um Olhar
Junto do mar, que erguia gravemente À trágica voz rouca, enquanto o vento Passava como o vôo do pensamento Que busca e hesita, inquieto e intermitente, Junto do mar sentei-me tristemente, Olhando o céu pesado e nevoento, E interroguei, cismando, esse lamento Que saía das coisas, vagamente... Que inquieto desejo vos tortura, Seres elementares, força obscura? Em volta de que idéia gravitais? Mas na imensa extensão, onde se esconde O Inconsciente imortal, só me responde Um bramido, (...)

E tudo o vento levou

13.02.11, Existe um Olhar
   Como um vento na floresta. Minha emoção não tem fim. Nada sou, nada me resta. Não sei quem sou para mim.E como entre os arvoredos Há grandes sons de folhagem, Também agito segredos  No fundo da minha imagem. E o grande ruído do vento Que as folhas cobrem de som Despe-me do pensamento : Sou ninguém, temo ser bom. (Fernando Pessoa)Parque Rainha D. Leonor-Caldas da RainhaFevereiro de 2011
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