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Existe um Olhar

Não te preocupes com os que não te conhecem, mas esforça-te por seres digno de ser conhecido. (Confúcio)

Existe um Olhar

Não te preocupes com os que não te conhecem, mas esforça-te por seres digno de ser conhecido. (Confúcio)

27.09.18

Unidos para sempre


Existe um Olhar

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Um dos muitos túmulos que existem no mosteiro da Batalha é o de D. João I e de D. Filipa de Lencastre, que fotografei.
Surge pela primeira vez neste monumento um panteão familiar, onde podemos observar:

Na parede de fundo, no lado sul, estão os túmulos, do 2º quartel do século XV, dos filhos destes reis, a “ínclita geração” como lhes chamou Camões.

Dignos de serem observados encontram-se ainda o túmulo do Infante e Regente D. Pedro e sua mulher Isabel de Urgel, duquesa de Coimbra; de D. Henrique, o Navegador e Mestre da Ordem de Cristo (com estátua jacente); do Infante D. João, mestre da Ordem de Santiago e sua esposa D. Isabel; de D. Fernando, mestre da Ordem de Avis, que morreu com fama de santo, no cativeiro de Fez.

De princípios do século XX são as três arcas funerárias, mandadas fazer pelo Rei D. Carlos I, que se encontram no lado poente da Capela. Aqui estão sepultados, da esquerda para a direita: O rei D. Afonso V, neto de D. João I, o rei D. João II, filho de D: Afonso V; e, finalmente, o príncipe herdeiro D. Afonso, filho de D: João II, morto precocemente, em 1491, num acidente a cavalo na região de Santarém.

 

 

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